Quanto custa um site para corretor de imóveis em 2026?
22 de julho de 2026 · 6 min de leitura
22 de julho de 2026 · 6 min de leitura
É a primeira pergunta de quase todo corretor que decide investir em presença digital própria: quanto custa ter um site? A resposta honesta é que o preço varia bastante conforme o que está incluído — e é justamente aí que mora a confusão. Um valor baixo pode esconder cobranças que aparecem depois; um valor alto nem sempre entrega mais.
No mercado brasileiro, um site para corretor costuma ser oferecido de três formas: site feito sob encomenda (freelancer ou agência), com valor alto de criação e manutenção separada; plataforma mensal (SaaS), em que você paga uma assinatura que já inclui hospedagem, atualizações e sistema de gestão; e construtores genéricos, mais baratos, mas sem nada específico para o mercado imobiliário.
Para a maioria dos corretores, a assinatura mensal sai mais barata no fim das contas — porque diluir o custo evita o investimento inicial alto e já embute hospedagem, segurança (SSL), suporte e o painel de gestão dos imóveis num único valor previsível.
Não compare só o número da mensalidade. Compare o custo total no primeiro ano (adesão + mensalidade × 12 + domínio + extras) e o que cada plano realmente entrega. Um site R$50 mais barato por mês que não gera nem organiza leads acaba custando muito mais caro em oportunidade perdida. O melhor negócio é o que se paga em clientes fechados — e para isso o site precisa, antes de tudo, captar e não deixar nenhum contato esfriar.
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